Crescimento do mercado e-commerce no Brasil

/ Por marketing

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Antes da pandemia, as expectativas para o crescimento do e-commerce, sobretudo no Brasil, já eram altas. O que ninguém esperava era que, com a pandemia do COVID-19, todo o crescimento previsto para os próximos dois anos, ocorresse em poucos meses.

MERCADO E-COMMERCE 2020
De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABCOmm), houve um aumento de 30% nas vendas online de abril em comparação com março deste ano, o que implica em 4 milhões de novos consumidores no e-commerce brasileiro desde o início oficial da pandemia.

Em tempos de isolamento social, além de se firmar como uma alternativa segura, o segmento ganhou força por ser um mercado democrático, que oferta praticidade para empreender, através de um modelo de negócio menos custoso e com maior poder de escala do que as lojas físicas.

O CRESCIMENTO NÃO É RECENTE
De acordo com o Perfil do E-commerce Brasileiro, no ano passado, as visitas em e-commerce saíram de 2,65% para 7,04%. De acordo com os dados da Webshoppers Ebit/Nielsen, empresa que pesquisa a reputação das lojas online, no primeiro semestre de 2018, os e-commerces faturaram cerca de R$23,6 bilhões. Os dados que demonstram o notável potencial de crescimento nas vendas que vem acontecendo nos últimos anos neste mercado.

NOVO CENÁRIO, NOVAS AÇÕES
Uma pesquisa da Bain & Company (The Elements of Value), divulgada pelo Google, destacou que uma das maiores mudanças comportamentais na pandemia foi a aceleração da confiança no digital como canal de compra e venda. Isto é, a Geração X: nascidos entre 1960 e 1980 (atualmente com 40 a 60 anos) possuem uma tendência em resistir a compra online. Ainda assim, impossibilitadas de acessar ao produto presencialmente, cederam a uma primeira experiência pela internet.

Diante disso, para o empreendedor é crucial reforçar o processo de atendimento ao cliente visando fidelizar o usuário e demonstrar que comprar online é de fato seguro e menos burocrático.

O novo panorama para o empreendedor digital está em conhecer e catalogar os interesses dos clientes antigos e dos usuários mais recentes. A adaptação passa (a depender da flexibilidade do negócio) por um atendimento via Whatsapp ou telefônico ao invés de e-mails robotizados e mensagens SMS. Essa nova ação que visa “humanizar” o atendimento aos usuários digitais deve ocorrer para que o crescimento repentino nas plataformas digitais não seja perdido com a reabertura das lojas presenciais.

E-COMMERCE CROSS BORDER
O mercado de e e-commerce de exportação também aqueceu durante a pandemia. A venda online de produtos de um país para o outro é conhecido como o e commerce “Cross Border”.

A crise que vivemos e a alta do dólar nos últimos meses, reacendeu as oportunidades do e-commerce voltado ao mercado exterior. Queremos levar os produtos brasileiros para outros países e mostrar que nossas empresas são tão competentes quanto às outras de fora. E agora estamos mais competitivos.

A tecnologia facilita: investir em uma plataforma de negócios globais não requer grandes investimentos e permite que sua mercadoria esteja em todo o mundo.


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