Como minimizar riscos e vender seus produtos para o exterior.

/ Por marketing

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Pequenas empresas são responsáveis por pouco mais de 1% das exportações brasileiras. A falta de conhecimento para exportar é um dos motivos para essa baixa taxa, uma vez que muitos empresários acham difícil ou não tem acesso à informação para exportar.

Primeiramente é preciso considerar as finanças e a avaliar possibilidade de produção do seu negócio. Conforme o diretor de negócios da Apex-Brasil, André Marcos Favero, “a exportação não pode prejudicar o fornecimento para compradores no mercado interno. A ideia é complementar o mercado nacional, o que pode significar dobrar a produção ou até abrir um novo turno em uma fábrica, por exemplo”.

É importante entender que além de aumentar a produção, é preciso fazer adaptações no produto que envolvem fatores culturais, conforme o gosto do consumidor, tamanho de embalagens e questões regulatórias. Ser flexível na hora de atender o mercado externo é uma dica dos empresários que já exportam. “Embalagem, rótulo e até a cor do produto podem influenciar o resultado”, diz Favero.  

Em um primeiro contato com um comprador, é importante apresentar materiais no idioma local e preços em dólares. Na hora de fazer a conversão do preço é preciso avaliar como os concorrentes precificam. Em muitos casos, uma pesquisa online pode ajudar. “O preço é muito importante. Você precisa conhecer o seu competidor internacional para saber se o preço do seu produto em dólar está competitivo”, diz o diretor da Apex-Brasil.  

B2Brazil fornece o serviço de adaptação e tradução de rótulo conforme legislações americanas, por exemplo, além de levantar todas as questões regulatórias para seu produto.

 

Fonte: Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios. 

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