Caminhos para o setor moveleiro

/ Por marketing

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O mercado de móveis atende a diferentes objetivos - seja para o cliente que demanda as últimas tendências dos móveis mais luxuosos do mercado, seja para uma reforma de pequeno porte e com móveis mais simples, passando por móveis de escritórios e industriais. Com isto, o Brasil já é o quinto maior produtor de móveis do mundo, com destaque as regiões Sul e Sudeste que concentram 78,1% das empresas produtoras.

Vamos falar sobre a importância desse mercado a economia nacional, desafios do setor e alternativas para empresas moveleiras driblar a atual retração econômica que o país vivencia.

PARCEIROS QUE AQUECEM O MERCADO
De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), a exportação de móveis em janeiro de 2019 chegou a US$ 35 mi, ao passo que a importação no mesmo período atingiu US$ 11,1 milhões. Exportando mais que importando, é preciso estar de olho nas potenciais parcerias internacionais para entender as melhores oportunidades de negócio a médio e longo prazo.

O Reino Unido, Uruguai, Peru, Chile, Estados Unidos e Canadá foram os que mais receberam móveis do Brasil no ano passado, ultrapassando US$25.6 milhões. Dos países que o Brasil mais recebeu móveis foram China, Estados Unidos e Espanha.

Quando olhamos para dentro do território, a região Sul ganha grande destaque na exportação. Santa Catarina representa US$ 14 mi e é o estado que mais produz para o mercado internacional, logo à frente do Rio Grande do Sul, que produz um total de US$ 11 mi, Paraná (US$ 5,3 mi), São Paulo (US$ 3,2 mi) e Minas Gerais com US$ 668 mil em 2019.

A demanda nacional também se faz relevante. O consumo interno é capaz de absorver grande parte da produção do país e o setor da construção civil, que é um forte aliado do mercado moveleiro, pressiona a demanda para que a produção cresça.

RECOMEÇO TÍMIDO
Como é perceptível na última Pesquisa Mensal do Comércio realizada pelo IBGE, as vendas do setor caíram 9,3% entre janeiro e maio deste ano. E depois de ter atingido um dos piores números para o mês de abril a categoria cresceu 47,5% em maio com relação a abril. Assim, apesar de não ser a melhor comparação para apontar uma consolidada superação da crise, o mercado moveleiro testa novas bases para se apoiar e vem adaptando suas estratégias diante da nova realidade.

Segundo pesquisa realizada em Abril deste ano sobre o impacto do coronavírus na demanda brasileira de móveis, 81% dos pesquisados pretendem comprar móveis ou colchões nos próximos meses, e 47% afirmaram que descontos relevantes motivariam as compras, independentemente da crise gerada.

NOVOS CAMINHOS
Apesar do desafio que o momento impõe, é natural que com as pessoas em casa, queiram investir em móveis que proporcionem mais conforto.

Uma das alternativas está em atrair os clientes para a internet. Ainda segunda a pesquisa, 48% dos consumidores que pretendem comprar nos próximos meses farão pela internet. Para alguns, migrar a empresa para o meio online pode parecer complicado, mas por sites que conectam fornecedores com compradores a barreira do distanciamento social deixa de ser um obstáculo. 

Além disso, tão importante quanto estar atento às exigências do mercado é compreender as mudanças de padrão dos consumidores. No momento, há a urgência em se conectar de forma segura e um atendimento ágil e personalizado.


O setor de móveis é muito forte dentro da B2Brazil, por isso desenvolvemos um projeto setorial, o Exporta Mais Móveis, focado promover empresas brasileiras do setor moveleiro no mercado internacional e gerar contatos de compradores B2B.

Caso queira alcançar novas parcerias para seu negócio, acesse: https://b2brazil.com.br e entre em contato para conhecer o Exporta Mais - Móveis!

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